segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amorosa




"Na história do Forró em Sergipe, Amorosa é uma Instituição da Cultura Sergipana. Tem que se ter respeito. Afinal, ela já foi tombada pela opinião pública. Acompanho, como toda uma geração, a sua carreira, desde a sua mudança de Itabaiana para Aracaju, do primeiro brilho no Grupo do “Dr. Uéliton” (que por sinal, faleceu recentemente), aos primeiros fãs conquistados na noite do Tropeiro, dos primeiros shows, dos grandes eventos, da sua luta incessante pela melhoria da classe e da luta pela dignidade do artista e do ser humano, como um todo"
Jorge Lins

Eu tenho certeza de que onde tiver uma fogueira acesa, uma sanfoninha bem tocada, um zabumbinha batendo e um  triângulo piando, o seu coração de Amorosa vai cantar"
Jorge Lins
[ Fonte: educar-se.com ]

Nome completo: Antônia Amorosa de Menezes
Data de nascimento: (carece fonte)
Local: Itabaiana/SE
Gêneros: Forró, Reggae, Rock, Frevo e MPB
Ocupação: Cantora, Escritora, Compositora e Radialista

BIOGRAFIA - 1

Antônia Amorosa de Menezes, nascida em Itabaiana é uma cantora e compositora.

Amorosa é natural de Itabaiana. Iniciou como radialista aos 14 anos, na Rádio Princesa da Serra. Atuou como atriz do "Grupo Asa Branca", apresentando-se em eventos como o "Encontro Latino Americano de Folclore de Caruaru/PE". 

Amorosa também teve a experiência de ir a Europa realizar 45 apresentações entre Alemanha e Áustria, além de ter cantado ao lado de importantes nomes da música brasileira como Leila Pinheiro, Alceu Valença, Antônio Carlos e Jocáfi, e Paulo Diniz. Participou também de outros projetos como o "Pixinguinha, Pixingão no Rio de Janeiro", sem contar que atuou em várias capitais do nordeste. Criou o projeto “Temporada de arte Sergipana”, o Prêmio Banese de música”. Com essa trajetória, essa artista possui 10 coletâneas e trabalhos solos como o "Iluminada", "Brejeira", "Mulher Nordestina" e "Aldeia". O projeto “Um canto a Sergipe I” é a sua paixão atual. 

No primeiro CD, ela o lançou ao mercado com uma tiragem de 5000 cópias, mas segundo Amorosa, este trabalho terá seqüência de mais 4 CDs onde ela interpretará músicas de alguns dos novos compositores do mercado Sergipano. Além de cantora, compositora e intérprete, essa artista já escreveu livros como o "Vôo Rasante" e "Translúcida", sem contar o lançamento do Jornal "Notas Musicais", meio de informação responsável pela divulgação da música sergipana, foi também apresentadora de um programa musical pela TV Cidade chamado "Som da Cidade". 

Seu estilo musical é plural. Ela canta forró, romântico, reggae, samba reggae, frevo e até mesmo o rock. Tem suas grandes referências como Elis Regina, Luiz Gonzaga, Alceu Valença e Chico Buarque. O processo de criação de Amorosa ocorre nos momentos mais inadequados como quando ela está tomando banho, dirigindo numa estrada ou acordando. Os temas que geralmente são abordados em suas letras dizem respeito aos valores da terra, mensagens que transmitam ensinamentos produtivos.

[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]


BIOGRAFIA - 2

Amorosa é natural de Itabaiana/SE, tem 40 anos e 23 anos de carreira. De acordo com ela, quando era criança odiava quando seus colegas a chamavam de Amorosa ao invés de Antônia que é seu primeiro nome. Mas, foi com Amorosa que ela se popularizou não só nas salas de aula, como no cenário musical. 

Nossa artista cresceu num meio onde se ouvia muita música. “Meu irmão mais velho, José Menezes, era o “DJ” da família. Na hora da Ave Maria, era MPB nos tímpanos, mesmo que não tivéssemos afim. Ouvíamos de livre e espontânea “pressão”. Devido a esse estímulo com a música, aos sete ou oito anos já ouvia música local, nacional e internacional. Amorosa iniciou como radialista aos 14 anos, na Rádio Princesa da Serra. Atuou como atriz do "Grupo Asa Branca", apresentando-se em eventos como o "Encontro Latino Americano de Folclore de Caruaru/PE". 

Ainda em Itabaiana, escreveu peças de teatro, novelas para rádio, crônicas, além de participar como colunista social do Jornal "O Serrano", foi vencedora do I Concurso de Poesia Falada de Itabaiana, idealizou o "Encontro Cultural em Itabaiana", realizando também um simpósio com o tema: “preservação da Reserva Florestal da Serra de Itabaiana”. Além de todos esses eventos, participou do Pixinguinha 1988 em Sregipe, obtendo 1º lugar em notas e Pixingão no Rio de Janeiro/RJ, na Sala Funarte. 

Como o leitor deve ter obeservado, Amorosa viveu grandes conquistas em sua vida artística. Além das já citadas anteriormente, obteve sua vitória no festival “Canta Nordeste” promovido pela Rede Globo nordeste em 1993 com a música “Coco da Capsulana” de João Alberto e Ismar Barreto, recebeu prêmio Aclamação Popular no festival de Música de Cascavel no Paraná com a música "Formigueiro" de Neu Fontes,como também o prêmio de melhor intérprete do Brasil na festa da Música Brasileira em 2001 no Rio de Janeiro, interpretando a música “Salada Tupiniquim” também de Ismar Barreto. Para quem não sabe, quando Amorosa veio para Aracaju cantar na taberna do tropeiro em 1985, no mesmo ano foi levada por turistas para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, além de ser levada por Chacrinha para o Rio ganhando lá o primeiro lugar em seu programa. 

Amorosa também teve a experiência de ir a Europa realizar 45 apresentações entre Alemanha e Áustria, além de ter cantado ao lado de importantes nomes da música brasileira como “Leila pinheiro”, “Alceu Valença”, “Antonio Carlos e jocafi”, e “Paulo Diniz”. Participou também de outros projetos como o Pixinguinha, Pixingão no Rio de Janeiro, se contar que atuou em várias capitais do nordeste. Criou o projeto “Temporada de arte Sergipana”, o Prêmio Banese de música”. Com essa trajetória, essa artista possui 10 coletâneas e trabalhos solos como o "Iluminada", "Brejeira", "Mulher Nordestina" e "Aldeia". O projeto “Um canto a Sergipe I” é a sua paixão atual. 

No primeiro CD, ela o lançou ao mercado com uma tiragem de 5.000 cópias, mas segundo Amorosa, este trabalho terá sequência de mais 4 CDs onde ela interpretará músicas de alguns dos novos compositores do mercado Sergipano. Além de cantora, compositora e intérprete, essa artista já escreveu livros como o "Vôo Rasante" e "Translúcida", sem contar o lançamento do Jornal "Notas Musicais", meio de informação responsável pela divulgação da música sergipana, foi também apresentadora de um programa musical pela TV Cidade chamado "Som da Cidade".

O estilo musical dessa cantora é plural. Ela canta forró, romântico, reggae, samba reggae, frevo e até mesmo o rock. “Sou musicalmente “multimídia”( como diz um fã), filha da música que passeia nas suas mais variadas tendências. Portanto, sou livre, como livre tem que ser todos os filhos dos sons”. Mas nossa querida artista tem suas grandes referências como “Elis Regina”, “Luiz Gonzaga”, “Alceu Valença” e “Chico Buarque”. 

O processo de criação de Amorosa ocorre nos momentos mais inadequados como quando ela está tomando banho, dirigindo numa estrada ou acordando. Os temas que geralmente são abordados em suas letras dizem respeito aos valores da terra, mensagens que transmitam ensinamentos produtivos. “Gosto de poesia, de canções que exijam um grande intérprete. Gosto da grandeza que vem de uma melodia a uma letra bem elaborada, com sabor de eternidade”. 

No que diz respeito à condição do artista no cenário local, Amorosa diz que o que importa é agir na ativa. “A condição é não ser preguiçoso e correr atrás todos os dias porque ninguém vai bater sua porta para lhe dizer que você é um grande artista, mesmo que você seja”. Ao mesmo tempo Amorosa tenta abrir os olhos dos artistas. “O artista tem que aprender a cobrar das autoridades aquilo que tem direito porque existe uma fatia do erário público voltado para a nossa área; mas, como todos querem ser “estrelas” antes mesmo de brilhar, certamente não precisam comer, investir em instrumentos, ensaios, produção, gravação e equipe”.

O leitor que tiver interesse em conhecer a produção de Amorosa, é bom ficar ligado, uma vez que nossa artista lança tiragens sempre limitadas. Mas é bom observar que brevemente será lançado o site de Amorosa e ai haverá disponibilidades para conhecermos toda a sua obra.

[ Fonte: musicasergipana.blogpot.com ]


Amorosa Lança a Revista "O Som da Terra"
Por Dênison Venttura

A cantora Amorosa, em mais uma iniciativa lança a revista “ O SOM DA TERRA” . O projeto da cantora é inovador, pois reuniu nomes de todos os artistas, dos vários segmentos e cidades de Sergipe, para divulgá-los.  A iniciativa da cantora pontua o nome dela como sendo o marco vívido e ativista da resistência à música e reconhecimento cultural sergipanos.

[ Fonte: www.infonet.com.br ]



Mudanças do Forró Encerram uma Carreira
Por Cultur'Art ( 16/05/2010 )

Uma dança tipicamente nordestina, o forró surgiu no século XIX e se espalhou pelo Brasil levando os aspectos culturais de nosso povo. A partir de uma sanfona, um triângulo e um zabumba, é produzido um ritmo diversificado que envolve outros ritmos, como o baião, o xaxado e o xote. É o tradicional forró pé de serra, uma das maiores manifestações musicais do Nordeste brasileiro, os casais dançam com os corpos bem colados, transmitindo sensualidade. 

No entanto, este formato tem mudado ao longo dos anos. A este trio de instrumentos, foram introduzidos outros elementos, como teclado, contrabaixo, guitarra elétrica, entre outros. A nova mistura fez o ritmo perder suas principais características. O forró arrasta-pé deu lugar a outro gênero musical – o forró eletrônico, que atualmente toma conta dos palcos pelo país a fora. E estas mudanças vêm causando muita polêmica, principalmente entre os forrozeiros mais tradicionalistas.  

Amorosa Despede-se dos Palcos

A cantora e compositora Antônia Amorosa, que tem 25 anos de carreira no cenário sergipano, fez na semana que passou um dos mais duros protestos contra as alterações provocadas pelo “forró eletrônico”. 

Em artigo publicado no jornal Cinform, no qual anuncia que vai abandonar a carreira em 2011, ela justifica a decisão afirmando que “roubaram a essência do forró, os ritmos foram trocados, o xote foi substituído pela lambada, o baião pelo vaneirão, o xaxado pelo carimbó, e a marcha é um forró elétrico que faz alusão a o axé baiano”. 

Amorosa, que se formou recentemente em Jornalismo, cita que “estamos diante de uma geração sem formação cultural e que consome o forró como subproduto, por nunca terem estudado a música brasileira, e acaba sendo persuadidos pela prostituição no palco, que troca o figurino estampado e redondo por calcinhas que mal cobrem o púbis”. Ela finaliza frisando que vai parar de cantar por não acreditar nas ações das autoridades em manter nossos valores. “Cantarei minhas últimas canções preferidas nos shows de 2010 e quando sentir saudades de cantar você, meu amado forró, acenderei uma fogueira em frente à casa onde nasci, chamarei um sanfoneiro, tocarei meu violão, e cantarei” disse. 

A decisão da cantora surpreendeu a todos os músicos e admiradores, até mesmo o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, que ao comentar o artigo do Cinform, lamentou o fato de a cantora deixar os palcos e ressaltou a importância dela para Sergipe. “Amorosa fará muita falta, ela cativa o povo sergipano, acho que ela deveria repensar sobre a decisão” afirma. 

O prefeito garantiu que Amorosa fará parte da programação do evento e rebate a crítica de que as autoridades costumam privilegiar artistas de outros estados, em detrimento dos locais. “78% da programação do Forró Caju são de artistas locais, os artistas sergipanos de 150 atrações, eles são 120, os outros 30 são artistas de outros Estados e de nome nacional”, argumentou Edvaldo.

[ Fonte: artecult.wordpress.com ]

[ Editado por Pedro Jorge ]


CONTATOS PARA SHOWS

Telefones:  (079) 9971-3875 / 9982-3233 / 8119-1461
E-mail: amorosa@infonet.com.br

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